sábado, 31 de agosto de 2013

Yoga é melhor para a memória do que exercícios intensos, diz estudo

atividade melhora a cognição e pode fazer bem para a saúde global

Imagem ilustrativa / Foto: Getty Images
Atividades aeróbias intensas ajudam na perda de peso e mantêm a saúde em dia, mas investir na yoga pode ser a melhor solução quando o objetivo é estimular a memória e a concentração. De acordo com estudo publicado no Journal of Physical Activity and Health, 20 minutos diários da prática são suficientes para aumentar o poder do cérebro.

Yoga: conheça as diferentes linhas e veja qual combina com você


Os resultados da pesquisa apontam que uma aula de hatha yoga foi capaz de melhorar significativamente a velocidade e precisão dos voluntários quando testados em relação a memória e concentração. Os cientistas explicam que a yoga é uma ciência indiana que inclui, além de posturas e movimentos, a regulação da respiração e meditação. Estes últimos exercícios reduzem a ansiedade e o estresse, o que pode melhorar a cognição de forma geral.

Conheça cinco terapias alternativas e seus benefícios para a saúde


Segundo dados do estudo, voluntários que haviam acabado de correr durante 20 minutos eram menos capazes de manter a concentração em tarefas específicas quando comparados aquelas que realizaram uma sessão de yoga com a mesma duração. Os cientistas realizam novos estudos para identificar o impacto positivo da yoga na saúde global ao longo da vida dos praticantes da atividade. 

Comer brócolis pode evitar o crescimento do câncer de mama

pesquisadores também estudam efeitos do extrato do alimento

Imagem ilustrativa / Foto: Flickr cristiano_betta


A nova arma para evitar o crescimento do câncer de mama, tipo da doença que mais mata mulheres no mundo, pode estar na alimentação. Estudo realizado pelo Institute of Food Research (IFR), no Reino Unido, sugere que comer três ou quatro porções de brócolis por semana pode evitar o crescimento do tumor em pacientes recém-diagnosticadas.

De acordo com os pesquisadores, a molécula responsável pelo efeito protetor se chama sulforafano. Ela é produzida pelo organismo após comer o composto glucoraphanin, encontrado no brócolis. Estudos preliminares haviam demonstrado que o sulforafano é capaz de aumentar o número de enzimas protetoras presentes no tecido mamário.

Sulforafano diminui resistência ao tratamentoA substância produzida após comer brócolis ainda ajuda a manter os antioxidantes em níveis considerados satisfatórios para combater os efeitos dos radicais livres presentes no meio ambiente, alimentação e outras substâncias cancerígenas no organismo. A pesquisa também sugere que o sulforafano pode impedir o desenvolvimento de células-tronco cancerosas,  resistentes a quimioterapia e radioterapia.

Para os cientistas, o sulforafano se liga aos genes que aumentam os níveis de antioxidantes, bloqueando a ação da enzima histona desacetilase (HDAC), responsável por promover o crescimento do câncer.

Extrato de brócolis está em testeOutros dois importantes estudos nesta linha estão em andamento. Na Universidade Johns Hopkins e no Sidney Kimmel Comprehensive Cancer Center, mulheres com câncer de mama tomam sulforafano, diariamente, durante duas semanas. O objetivo é verificar se a substância possui o mesmo efeito sobre o organismo quando comparada ao consumo de brócolis. No Knight Cancer Institute, nos Estados Unidos, testam o efeito do extrato de brócolis sobre o crescimento de células tumorais. Voluntários fazem uso do medicamento três vezes ao dia, durante dois meses.

Em outras pesquisas, os vegetais crucíferos, que além do brócolis incluem repolho, couve, couve-flor, couve-de-bruxelas, agrião e repolho, foram associados ao menor risco de desenvolver artrite e diferentes tipos de câncer. 

Passar o dia à base de alface pode dar a falsa impressão de que a solução para perder peso é comer cada vez menos. 

Nutricionistas, nutrólogos e outros especialistas são unânimes ao afirmar que é preciso comer para emagrecer. A grande questão é acertar nas escolhas, evitando excesso de gorduras e açúcares. Confira a lista a seguir e saiba quais alimentos não podem faltar no seu prato para eliminar aqueles últimos dois quilos:

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Salgado maromba: veja receita que conquistou as famosas

lanche nutritivo tem apenas 150 calorias e pode ser congelado

Imagem ilustrativa / Foto: Getty Images

O salgado maromba está fazendo a cabeça de celebridades que desfilam curvas cuidadosamente esculpidas. A seguir, confira três receitas do lanche light e nutritivo:

Entenda por que o salgado maromba faz tanto sucesso entre as famosas e saradas

  • 1
    Sem farinha
    Confira a receita da nutricionista Julia Engel

    Ingredientes

    100g de frango cozido e bem temperado
    50g de couve flor previamente cozida (e bem escorrida)
    Recheio de sua preferência
    Gema de ovo para pincelar

    Modo de preparoTriture os ingredientes no processador até formar uma massa. Coloque na geladeira por 20 minutos. Retire a massa e molde o salgado (com as mãos ou em forminhas de silicone). Coloque o recheio (berinjela, tomata, ervas, entre outros). Pincele com a gema de ovo. Leve ao forno preaquecido até dourar.
  • 2
    Massa de batata doce
    Receita elaborada pela médica ortomolecular Luciana Granja

    Ingredientes

    100 g de frango (cozido ou grelhado)
    50 g de batata doce (cozida)
    1 colher de sopa de aveia
    Recheio de sua sua preferência
    Gema para pincelar
    Orégano

    Modo de preparo

    Bata o frango, a batata e a aveia no liquidificador ou processador. Em seguida, adicione 2 colheres de sopa de água. Quando formar um patê, leve ao congelador por pouco tempo (apenas para facilitar a modelagem. Não deixe congelar!). Faça os bolinhos, pincele a gema na parte de cima e coloque um pouco de orégano. Leve ao forno quente 280 graus por 20 minutos. Coloque numa forma antiaderente e não unte. Recheie com creme de ricota, tomate, atum, couve, frango, brócolis, abóbora, entre outras opções. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Num piscar de olhos

olhos bem marcados estão em alta agora e na próxima estação

Acredito que vocês já ouviram a expressão "os olhos são o espelho da alma". Isso me fez refletir como a expressão faz sentido. Dependendo do nosso estado emocional, os olhos falam. E falam com muita clareza! Se sua alma está radiante e poderosa os seus olhos, certamente, expressarão. E nada melhor do que dar um "up" com uma moldura mágica para esse espelho: os cílios postiços.

Eles tiveram seu auge na década de 60 e as mulheres usavam até para ir ao trabalho. Com a falta de tecnologia eles podiam até soar artificiais, mas não podemos negar que era a maior febre da década. Ao longo dos anos, eles ficaram tímidos até voltar como o item "must-have". Graças à tecnologia, tem produtos com base flexível que acompanha o movimento dos olhos e não causa desconforto. Além disso, o produto permite que a mulher fique mais bonita e com os olhos com aspecto amendoado. Eles evoluíram e estão com ar cada vez mais natural. E as mulheres, mais confiantes em sua beleza, não têm medo de assumi-los. E as últimas semanas de moda deixaram isso muito evidente.

Eles dão força e marcam o olhar. E, se usados com as máscaras de cílios, dão um efeito extra de volume e tamanho além de ajudar a fixar os fios naturais aos artificiais. Para ter uma expressão incrível, pingue uma gota de cola no dorso da mão e, com uma pinça, passe toda a extensão da base dos cílios postiços sobre a cola. A maior concentração de cola deve estar nas pontas externas dos cílios. Depois feche um dos olhos e cole o centro dos fios postiços sobre o centro da pálpebra. Tem que ser rente à raiz dos cílios, certo? Rapidamente, cole o canto interno e depois o externo. Use a pinça para te dar precisão. Depois molde os cílios delicadamente com o curvex para garantir um resultado surpreendente. Em seguida, faça um traço muito suave com o delineador ou lápis preto para esconder possíveis resíduos da cola e preencher o canto interno e a base dos cílios. Finalize com duas camadas de máscara preta, alongadora ou de volume. 

Quando usar? O dia e horário que você quiser. Olhos bem marcados estão em alta agora e na próxima estação e, combinados com sombras coloridas como vermelho grenadine, azul, roxo, dourado e prateado, vão garantir atitude e sensualidade. Você vai ficar simplesmente linda!



Saiba como falar de morte com as crianças sem criar confusão na cabecinha delas

O tema é delicado para a maioria dos adultos, mas faz parte da curiosidade dos pequenos. Confira nossas dicas para abordá-lo com seus filhos!



Saiba como falar de morte com as crianças
"Conviver com as frustrações faz parte da vida e é um longo aprendizado", diz o psicanalista Wilson Klain
Foto: Thinkstock
Em um domingo de sol, Luana, 4 anos, surpreendeu os pais ao indagar: "O que é morrer?" A pergunta soou como um gongo quebrando a ordem do dia perfeito. O casal ficou sem fôlego, pois a morte, como para todo mundo, lhe parecia um assunto indesejável - e era estranho que tivesse lugar na mente de uma criança. O que responder a uma menina que não estava vivendo nenhuma perda de alguém querido? O pai fez o melhor que pôde, mas se esqueceu da pouca idade da garotinha e começou a falar, sem parar, como se lesse páginas pesquisadas no Google e arrematou: "Depois que morremos, somos enterrados ou cremados". "O que é cremado?", ela emendou. Por sorte, os três já tinham chegado à casa dos avós de Luana, o almoço já estava na mesa e todos se distraíram com outros temas.
Para começar, é bom ter em mente que, a partir dos 3 anos, a criança já tem noção de quem está presente e ausente e seu mundo é dominado pela imaginação. "Assistindo a Bambi ou O Rei Leão, ela vai acessar as perdas pelo canal da fantasia. Aí notará se o bicho de estimação morreu ou se a planta murchou. Muito antes de a criança falar disso, ela já vivencia o tema", explica a doutora em antropologia e educadora Adriana Friedman, fundadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Simbolismo, Infância e Desenvolvimento (Nepsid), em São Paulo.
 
Então, é melhor estar preparada para lidar com esse tipo de conversa - na verdade, mais delicada para você, que é um adulto, do que para seu filho. "Causa pavor pensar no fim da própria vida e na perda das pessoas mais queridas. Foi o fato de Luana questionar com absoluta inocência sobre algo que evoca tanto sofrimento que fez o pai dela entrar num mar de explicações. O intuito era acalmar a si mesmo para não se desorganizar na frente da filha", diz o psicanalista e educador Wilson Klain, de São Paulo. Nessa situação, o primeiro passo é colocar-se no lugar da criança e responder de forma simples, como se fosse um tradutor, sem opinar ou ir além do que ela pode compreender com a idade que tem.
 
Mas nada precisa ser tratado de modo trágico. Os pais não devem esconder sua tristeza em situações difíceis, na opinião de Maria Júlia Kovács, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre a Morte do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo: "A questão não é evitar o sofrimento, e sim compartilhá-lo, esclarecendo as dúvidas do pequeno. Assim, se a criança estiver abatida, verá que os adultos também estão, e isso conforta". Segundo ela, em alguns casos, o filho pode até "cuidar" dos pais que enfrentam uma perda. Ele dará carinho e atenção, o que trará sensação de força.
 
Dos 4 aos 7 anos, já há compreensão do aspecto irreversível da morte. "A criança entende que o vovô falecido não volta mais e o gato que morreu não estará mais na casa. Mas não faz distinção entre o valor de perdas humanas e animais", diz Wilson Klain. Para o expert, vale, de qualquer forma, ensinar que os que morrem param de respirar, de caminhar, de visitar os netos, de ir para a casa em que moravam. "Quanto mais óbvias as afirmações dos pais, mais tranquilidade o pequeno terá. De quebra, também aprenderá sobre a vida." Só evite criar histórias fantasiosas, como "ele virou estrelinha". Esse tipo de frase não se sustenta. A criança, sim, pode usar o recurso da fantasia, inventando uma explicação mágica para ajudar na própria compreensão. Mas isso só adianta se partir dela.
 
Dos 9 anos em diante, e principalmente depois dos 11, é ainda mais indicado fugir de tudo o que é fantasioso, pois, em vez de explicar, a saída causa desconfiança. "Nessa fase, pode surgir um bombardeio de perguntas sobre a vida e a morte, e os pais precisam ter amadurecido isso para responder à altura", afirma Klain. "É hora de compreender a vida de modo mais científico. Então, busque respostas na biologia ou na história das religiões, inclusive, dizendo que cada cultura encontra sua forma de lidar com as perdas."
 
Esconder das crianças assuntos delicados, como separação e morte, privando-as de qualquer papo sério, tende a formar adultos muito frágeis. "Conviver com as frustrações faz parte da vida e é um longo aprendizado", explica o psicanalista Wilson Klain. Não importa se a questão é o abandono da chupeta ou a perda de uma pessoa próxima. Para a criança, nunca é fácil. Mas o adulto precisa encarar a situação. "É uma forma de evitar que os filhos se transformem em adultos que ficam paralisados diante de pequenos fracassos, são deprimidos ou têm bloqueios sérios. Esse tipo de sofrimento, sim, pode ser evitado."
 
Material de apoio
Livros para abordar o tema de forma mais leve e até divertida
 
1. O Pato, a Morte e a Tulipa, Wolf Erlbruch (Cosac Naify): o protagonista é perseguido pela morte desde o nascimento.
 
2. Meu Filho Pato e Outros Contos sobre Aquilo de Que Ninguém Quer Falar, vários autores (Cia. das Letrinhas): seis histórias com acontecimentos da vida da criança que ajudam a crescer, como a chegada de um irmão e a perda de alguém muito querido.
 
3. Histórias da Cazumbinha, Meire Cazumbá e Marie Ange Bordas (Cia. das Letrinhas): a narrativa é baseada em fatos reais.
 
4. Menina Nina, Ziraldo (Melhoramentos): a morte da avó é o ponto de partida dos diálogos.
 
5. Não É Fácil, Pequeno Esquilo, Elisa Ramon (Callis): trata de sentimentos como saudade, após o esquilo do título ficar sem mãe.
 
6. A Velhinha Que Dava Nome às Coisas, Cynthia Rylant (Brinque Book): "dar nome" é um modo de nos aproximarmos das coisas, inclusive das mais doloridas.
 
7. O Dia em Que a Morte Quase Morreu, Sandra Branco (Salesiana): após uma briga, as personagens Vida e Morte permanecem ligadas para sempre.

Quinoa: quatro benefícios para a saúde e boa forma

alimento possui mais ferro do que feijão e ajuda na perda de peso

Imagem ilustrativa / Foto: Getty Images


Alimentos funcionais possuem múltiplos benefícios para a saúde e a boa forma. A quinoa está na lista daqueles que devem fazer parte da sua rotina desde já. E ela é menos calórica do que parece. “A quinoa possui cerca de 330 calorias em 110 g, quantidade similar ao arroz. Se você substituir o grão pelo outro, em algumas refeições, poderá aproveitar o que este alimento tem de melhor”, explica a nutricionista Alessandra Almeida, daClínica Andréa Santa Rosa. Confira motivos para incluir o alimento na sua rotina. 


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    Ajuda na perda de peso
    “A quinoa é uma excelente fonte de fibras, que contribuem para o processo de emagrecimento. Ela também é rica em triptofano, aminoácido envolvido da síntese de serotonina, substância relacionada com a sensação de bem estar, saciedade e bom humor”, diz a nutricionista.

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  • 2
    Contribui para o ganho de massa muscular
    As proteínas têm papel fundamental na formação dos músculos e, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), neste quesito, a quinoa possui quantidades comparáveis ao leite. “Os grãos do alimento são ricos em aminoácidos essenciais ao organismo, que formam as proteínas, como valina, histidina, triptofano e isoleucina. Estes compostos não são produzidos pelo nosso organismo e só podem ser adquiridos através da alimentação”, orienta Alessandra. É por este motivo que a quinoa é considerada um alimento de alto valor biológico.

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    Para os vegetarianos, pode substituir o feijão
    O ferro encontrado nas carnes é considerado melhor para o organismo, já que seu poder de absorção é maior quando comparado ao nutriente de origem vegetal. Mas é um engano pensar que apenas o feijão entra na lista dos vegetais ricos no mineral. “A quinoa possui mais ferro do que o feijão. Apenas os feijões dos tipos azuki e vermelho possuem quantidades maiores do mineral. Para os vegetarianos, é muito importante variar a fonte de ferro, não concentrando todo o cardápio em apenas um alimento que contenha a substância. Vegetais folhosos de cor verde escura e beterraba são outros vegetais ricos em ferro”, orienta Alessandra.

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    Faz bem à saúde
    A quinoa não contém glúten e também pode ser consumida por diabéticos. Os grãos do alimento possuem ômega-3 e 6, que contribuem para a redução do colesterol e prevenção de doenças cardiovasculares.

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