quarta-feira, 4 de setembro de 2013

VEJA COMO APOSTAR NA MODA DA BARRIGA DE FORA SEM DEIXAR O VISUAL EXAGERADO


Anna Sui aposta em top com saia mídi e curta, ambas de cintura alta


Coven verão 2012. Aposte em calça e saia de cintura alta com top curto


Colcci Verão 2013.Aposta em pantolona com top curto


Gwyneth Paltrow é adepta da tendência


   Auslander verão 2012. Aposta na tendência da saia longa com top curto


Lenny dita a tendência de saias longas com fendas e cintura alta + top curto


A barriga vai ficar à mostra nessa temporada de primavera/verão. Isso porque a tendência "barriga de fora" está em alta e deixa o look da mulher moderna com ar sofisticado e atual. Esse conceito pode ser usado durante o dia ou em eventos e ocasiões despojadas durante a noite.
A mulher que optar pela tendência deve ter atenção na hora de montar o look para não ficar vulgar. Essa moda não permite o umbigo à mostra, portanto, na hora produzir seu cisual, opte pelo top curto e suba o cós da calça ou saia na altura do umbigo.
A produção mais atual e sofisticada para essa estação é combinar o top com a saia longa. Aposte em modelos de saia com texturas, fendas transparências ou peças de um tom só ou estampadas.
Para deixar a produção mais sofisticada, aposte na saia com cor e o top neutro (branco, beges, nudes, cinzas, preto).  Se você optar por saias estampadas, invista em tops cleans (de apenas um tom).
Essa produção fica ótima para o dia e eventos mais despojados à noite.
Para valorizar a boa forma, aposte na saia mais curta ou mídi com o top. Essa produção é ideal para as baixinhas, que devem apostar em peças mais curtas para alongar a silhueta.
As opções de calças, pantalonas e shorts com o top também é hit para a temporada. Para complementar o look, aposte em jaqueta jeans, camisas jeans amarradas e nos pés, flats e anabelas. Confira a galeria e veja qual estilo mais combina com você.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

12 erros que toda mulher comete e que acabam com os cabelos

A falta de cuidados no dia a dia é a maior inimiga dos fios bem tratados


Pode acreditar, não há mulher neste mundo que não tenha alguma reclamação para fazer do próprio cabelo: oleosidade, pontas duplas, ressecamento, fios preguiçosos, cabelos quebradiços, opacos, muito volume, pouco volume e outros dramas de arrepiar as madeixas. O lado bom da história é que todo esse xororô pode ter fim. Bastam que os cuidados e as recomendações dos especialistas sejam seguidos à risca em casa. A seguir, você confere quais são os hábitos que mais detonam os fios e aprende como fazer para se livrar deles de vez.


Condicionador - Foto Getty Images

Passar condicionador na raiz: o condicionador colabora com o aumento da oleosidade e, como tampa os poros capilares, aumenta a incidência de caspa. "Existem cabelos que possuem raiz oleosa, e o condicionador aumenta ainda a produção de sebo. Já a caspa pode aparecer em casos avançados, já que o condicionador irá fazer o couro cabeludo ficar com excesso de umidade, tampando os poros capilares", explica o cabeleireiro Gennaro Preite.
Banho - Foto Getty Images
Deixar o condicionador no cabelo: "Os xampus abrem as escamas dos fios, permitindo que o condicionador penetre entre elas, tratando e regenerando a estrutura capilar", afirma o cabeleireiro Paulo César Schettini. Outra função do condicionador e cremes de tratamento é fechar estas escamas, permitindo que o fio fique mais sedoso e protegidos das agressões externas. "No entanto, não enxaguar adequadamente os fios, deixando resquícios do produto, vai danificar a estrutura capilar e impedir que as escamas sejam seladas", explica o especialista. O resultado aparece em forma de madeixas elásticas e quebradiças. Por isso, ao terminar a lavagem dos cabelos, certifique-se que a água que escorre saia cristalina e que o cabelo não esteja com restos do produto. 
Hidratação - Foto Getty Images
Esquecer as hidratações: a hidratação tem a capacidade de dar leveza e nutrir os cabelos, recuperando a maciez, o brilho e o aspecto saudável deles. Em função do grande uso dos produtos químicos (tinturas, alisamentos, relaxamento, entre outros), os fios tendem a ficar danificados. A função da hidratação é de reverter tudo isso. Mesmo os fios oleosos merecem hidratações, feitas com produtos específicos.
Água quente - Foto Getty Images
Lavar os cabelos com água quente: evite a água muito quente, pois ela pode causar irritações no couro cabeludo, estimulando a produção de sebo e favorecendo a oleosidade, o que também inibe o crescimento dos fios. "Varie sempre o xampu e o condicionador e use um xampu de limpeza profunda (uma vez por semana ou a cada 15 dias) para retirar excessos de químicas, sujeira e oleosidade para que o couro respire melhor", explica o cabeleireiro Marcus Corazza.
Protetor solar para cabelos - Foto Getty Images
Usar máscara hidratante na praia: não adianta inventar. Para tomar sol, o ideal é passar um creme sem enxágue com proteção solar. E nada mais. "Muitas mulheres acham que, usando uma máscara mais poderosa, estão protegendo o cabelo", diz Paulo César.

Na verdade, elas estão queimando os fios. Esses produtos, além de não formarem uma capa contra os raios ultravioletas, têm um tempo de permanência. Excedê-lo enfraquece os cabelos.
Cabelo preso - Foto Getty Images
Prender os fios molhados: fazer isso uma vez ou outra não tem problema nenhum. Mas achar que vai domar o volume dos fios dando um bom nó em volta deles é assinar um atestado de raiva permanente.

"Manter o couro cabeludo molhado por muito tempo faz juntar fungos e criar caspa, além de enfraquecer a raiz e provocar a queda", afirma Paulo César. Usar um leave-in e evitar o vento enquanto a cabeça não seca são medidas suficientes para evitar o cabelo armado demais.
Chapinha - Foto Getty Images
Passar chapinha no cabelo molhado: este é um daqueles pecados sem misericórdia nenhuma. A gravidade é tanta que dá para sentir os efeitos na mesma hora. Os fios são profundamente agredidos. Além de queimados, eles se quebram. "O único jeito de consertar é cortando", alerta Paulo Schettini. Antes de usar a prancha, seque bem os cabelos. Nem úmidos eles podem estar.
Secador de cabelo - Foto Getty Images
Usar o secador do jeito errado: procure mantê-lo a 30 centímetros de distância da cabeça e sempre com a temperatura intermediária ou fria, nunca na máxima, para não queimar e danificar os fios. Também evite direcionar o jato quente para a cabeça, isso estimula a oleosidade na raiz e diminui a duração da sua escova.
Cortar o cabelo - Foto Getty Images
Ficar mais de três meses sem cortar: para muita gente, isso é papo de cabeleireiro. Mas não é, fique certa. A não ser que seu cabelo demore muito para crescer, este é o tempo médio de duração de um corte. Passada essa fase, as pontas começam a abrir e os fios quebram-se com facilidade. Os arrepiados aumentam o volume e os fios fracos começam a cair.
Escova - Foto Getty Images
Desembaraçar com escovas maleáveis demais: as cerdas moles são de manuseio mais difícil, além de quebrarem os fios. Por isso, os especialistas recomendam um pente com dentes bem largos e firmes ou uma escova do tipo raquete, mais resistente.
Tintura - Foto Getty Images
Fazer mais de duas químicas: você precisa escolher os tratamentos que quer aplicar. Relaxamento, coloração, progressiva, luzes... tudo isso junto deixa os fios porosos e fracos demais, arrebentando todas as pontas. "Escolha dois tratamentos, no máximo, e faça hidratações mensais, no mínimo", indica Paulo.
Leave-in - Foto Getty Images
Dispensar o leave-in: quem pretende aderir ao look natural, atenção para o alerta da cabeleireira Daniela Rocha: sem xampu, condicionador e cremes leave-in (cremes sem enxágue) não existem cachos bonitos. Isso porque cabelos crespos precisam de mais cuidados, pois as curvas dos fios dificultam que a oleosidade natural presente na raiz chegue até as pontas - assim, elas acabam ficando ressecadas, daí a importância da hidratação. E nada de improvisar, usando o condicionador como se fosse um leave-in. "O enxague é necessário no caso do condicionador. Só assim as cutículas (camada externa) dos fios são fechadas. Do contrário, o cabelo enfraquece, quebrando mais facilmente e aumentando o efeito arrepiado", diz a profissional.



Entenda por que a autoestima interfere tanto na sua vida



Saiba os motivos que tornam o amor próprio uma ferramenta de sobrevivência






Gostar de si mesmo, acreditar no seu potencial e confiar na sua capacidade e se respeitar são elementos básicos da definição de autoestima. Pela lista é possível ter uma pequena noção da importância dela. No entanto, seu poder é ainda maior. Acredite: a autoestima é um dos principais recursos do ser humano para viver bem. Basicamente, ela determina a maneira como as pessoas se relacionam com o mundo, encaram os desafios da rotina diária e se protegem ou se expõem em situações que exigem controle emocional.

De acordo com a psicóloga Doralice Lima, a autoestima desempenha um papel fundamental na convivência familiar, no trabalho, no grupo de amigos e em equipes. "O movimento do mundo acontece porque pessoas que acreditam nelas mesmas compartilham ideias. Esses indivíduos têm autoconfiança, um fator que pode atrair e entusiasmar a sociedade e promover mudanças", explica. 
Entenda por que a autoestima interfere tanto na sua vida
Como desenvolver a autoestima 
A boa notícia é que a autoestima pode ser desenvolvida e aperfeiçoada ao longo da vida. Naturalmente, seu grau pode ser ainda mais elevado se for estimulada desde cedo, ainda na infância. Porém, o fator não é determinante, segundo Doralice. "Para ter e manter a autoestima em alta não basta olhar só para si. A visão do que está em volta da sua realidade, ou seja, da sociedade, é muito importante. Se a visão é negativa e pessimista, certamente a impressão que você terá de si mesmo será ruim. E o ser humano tem capacidade para incorporar esta visão ao longo do tempo", diz a profissional.

Da mesma forma que a autoestima pode ser adquirida aos poucos, a longo prazo, é importante ressaltar que ela é variável e nem sempre anda em compasso. Segundo pesquisas realizadas nos Estados Unidos, conduzidas pela Universidade de Dakota do Norte, ela se alterna em elevada e baixa, dependendo de um contexto ou situação.
Entenda por que a autoestima interfere tanto na sua vida
Uma pessoa bem sucedida e resolvida na profissão, por exemplo, pode ter uma vida pessoal caótica por causa de insegurança.

O levamento norte-americano indica que por causa desta variação, aumentar a autoestima é um processo que precisa ser canalizado de forma coerente. Se o problema está no trabalho, o ser humano deve canalizar o aumento da autoestima para situações daquela realidade e não para a estética, por exemplo.

Melhorar a autoestima requer um mergulho profundo dentro de si mesmo. De acordo com especialistas, fazer uma avaliação do próprio comportamento e convicções, questioná-los e descartar aquilo que não traz harmonia para a vida é o primeiro passo para aumentá-la.
Segundo Doralice, a tarefa não é das mais difíceis, mas exige um trabalho contínuo para modificar e romper padrões comportamentais que, às vezes, foram usados por quase uma vida inteira. "Celebrar as conquistas, fazer exercícios, manter o foco nos aspectos positivos da vida e examinar o passado e perceber os erros e acertos são formas de aumentar a autoestima e dar mais sentido à existência", aponta.

Livros sobre tema não faltam, relembra a psicóloga. De acordo com a profissional, até uma simples leitura nos manuais de autoajuda são positivos, pois sinaliza que o indivíduo está tentando, de alguma forma, ser mais feliz consigo mesmo. 

Criolipólise: tratamento estético elimina gordura localizada



Procedimento congela e mata as células de gordura para destruir os pneuzinhos


O que é a criolipólise

Desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a criolipóliseusa baixas temperaturas para acabar com a gordura localizada. O aparelho é colocado na superfície da pele, fazendo as células de gordura serem congeladas a temperaturas negativas para serem destruídas. O dermatologista Cláudio Mutti, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que, em contato com a baixa temperatura, as células de gordura - chamadas de adipócitos - se rompem totalmente. Em consequência, o corpo entende que elas não fazem mais parte do organismo e as expele naturalmente. O tratamento vem fazendo tanto sucesso que está chamado de "a nova lipoaspiração", com a diferença de que diferentemente desse método, a criolipólise não é um procedimento cirúrgico. 

Como é feita a criolipólise

Criolipólise
 A criolipólise é feita com a ajuda de um aparelho específico cujos aplicadores acoplam-se perfeitamente às diferentes áreas do corpo. O endocrinologista Danilo Hofling, da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, conta que a ponteira do aparelho realiza um poderoso vácuo que promove a sucção da pele e da porção de gordura localizada. Ao mesmo tempo, o resfriamento intenso e controlado da gordura destrói as células de gordura. O resfriamento controlado age danificando seletivamente as células adiposas, que são mais sensíveis ao frio, sem causar qualquer dano a nervos, músculos e outras estruturas próxima. "Na prática o que acontece é a morte da célula de gordura", explica.

O aparelho da criolipólise é adaptado para cada área do corpo. "Para a região da barriga existe uma ponteira grande, já para as costas e pneuzinhos laterais utiliza-se a ponteira menor", explica a dermatologista Mariana Barbato, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A eliminação das estruturas dos adipócitos destruídas com a baixa temperatura é feita pelo sistema imune e a gordura no interior das células é conduzida ao fígado pelo sistema linfático para sua metabolização. Uma vez que o sistema linfático leva apenas uma pequena quantidade diária de gordura para ser metabolizada, não há perigo de sobrecarga do fígado nesse processo.

Indicações da criolipólise

 A criolipólise não é um tratamento para sobrepeso ou obesidade. Ela é opção para pessoas que tenham gordura localizada em algumas regiões corporais, o famoso pneuzinho. De acordo com o fabricante, o procedimento elimina até mesmo aquela gordura incapaz de ser combatida com dieta e exercícios físicos.

Áreas de aplicação

A criolipólise pode ser feita apenas em algumas partes do corpo, aquelas que se adaptam bem as ponteiras. Não é possível fazer no rosto, por exemplo, porque o aplicador não se encaixa. De acordo com o fabricante do aparelho, há a perspectiva do lançamento de ponteiras que se adaptem a outras partes do corpo.

"A paciente poderá tratar áreas de qualquer tamanho com a criolipólise, mas numa área maior o procedimento deve ser dividido em dois momentos na mesma seção, para que toda a área seja tratada", explica a dermatologista Mariana Barbato. 

Quem pode aplicar

As marcas que comercializam o aparelho da criolipólise exigem que um médico seja responsável pelo procedimento, e se outro profissional de saúde o aplicar, o médico deve acompanhar esse procedimento de perto.

Cuidados anteriores à criolipólise

Não é necessária uma preparação específica para a criolipólise. A dermatologista Mariana Barbato conta que a pessoa pode consumir alimentos e se exercitar normalmente antes e depois do tratamento. ?Também não é necessário nenhum exame laboratorial para se submeter à técnica".

A criolipólise pode ser feita em qualquer estação do ano, inclusive no verão. Mas se a ideia é que os resultados sejam notados na estação da praia e do sol, o ideal é se programar antes, já que o resultado completo leva de dois a três meses para aparecer.

Dor durante o procedimento

A dermatologista Mariana Barbato explica que pode haver dor no momento da sucção proporcionada pelo aparelho, mas após o congelamento da gordura a região fica anestesiada. "Também pode haver desconforto na hora de retirar o aplicador, mas nada muito intenso", conta. "Os hematomas não são frequentes, mas quando aparecem são passageiros".

Duração da sessão de criolipólise

A dermatologista Maria Paula Del Nero, também da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o tempo de tratamento de uma área de 20 por 20 centímetros dura aproximadamente uma hora. A boa notícia é que a criolipólise pode ser feita em mais de uma região no mesmo dia sem riscos ao paciente.

Resultados da criolipólise

Barriga chapada
A dermatologista Mariana Barbato explica que uma ou duas sessões já são suficientes para trazer resultados. Mas há casos em que são necessárias mais sessões. A partir do décimo dia a quebra de gordura já pode ser visível, mas o efeito máximo acontece de dois a três meses após a sessão. "É possível medir a diferença na fita métrica, mas a melhor maneira de fazer a comparação de fotografias de antes e depois, na mesma posição", explica a especialista. Em uma única sessão, estudos científicos em Harvard apontam redução de 20% a 25% da gordura localizada na região tratada. Mas claro, os resultados variam de pessoa para pessoa.

A dermatologista Tatiana Jerez, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, conta que caso a gordura removida na primeira sessão não tenha sido suficiente, uma segunda sessão pode ser feita cerca de dois meses após a primeira no mesmo local. "Não existem sessões de manutenção, para manter o resultado obtido deve-se evitar o ganho de peso, através de hábitos saudáveis: dieta balanceada e pratica de atividade física".

Celulite e flacidez

Não existe qualquer comprovação científica de que a criolipólise melhore a celulite e a flacidez. "Mas é possível perceber melhora do aspecto da celulite, em função da diminuição da gordura localizada, que é o foco do tratamento", explica a dermatologista Mariana. Já a flacidez pode até aumentar com o tratamento. Nesse caso, outros tratamentos, como a radiofrequência, podem ser associados para tratar esse aspecto.

Contraindicações

A dermatologista Mariana Barbato explica que nem todo mundo pode fazer a criolipólise, é preciso passar por uma avaliação detalhada antes. A criolipólise é contraindicada para pessoas com sensibilidade ao frio - como quem tem urticária, por exemplo -, com hérnias no local da aplicação, infecções na pele, para gestantes e para quem passou por cirurgia recentemente. Para quem pretende emagrecer, vale lembrar que o método combate a gordura localizada e não o excesso de peso, pois não atinge gordura em todas as áreas do corpo ou mesmo a visceral, gordura que se deposita entre os órgãos.

Reações adversas e complicações

Pode haver dor persistente após uma semana do tratamento. Nesse caso, o paciente deve ser medicado, mas essa consequência é rara. Também pode haver aumento da gordura no local em vez da redução. Esse problema é ainda mais raro, mas já foi relatado.

Preço da criolipólise

De acordo com a empresa que produz o CoolSculpting, aparelho pioneiro que foi desenvolvido em Harvard para a criolipólise, o preço da sessão varia de R$ 1.500 a 2.500 *.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Receita de omelete com aveia

O cereal ajuda no aumento do bom colesterol



 Omelete 

Ingredientes 

2 colheres de sopa de aveia (flocos grossos) 
4 unidades pequenas de ovo de galinha (cru) 
3 colheres de sopa de cenoura ralada 
1 unidade média de tomate  
1 unidade pequena de cebola (crua) 
1 colher de sopa de cebolinha (crua) 
1 colher de sopa de orégano (seco) 
¼ colher de sopa de margarina vegetal light 
½ colher de chá de sal refinado 
Modo de Preparo 

Bata bem os ovos e as claras. Higienize adequadamente os vegetais e pique-os em cubinhos. Reserve. Unte um refratário com margarina, acrescente os vegetais picados e a aveia e por cima os ovos batidos, temperados com sal e orégano. Leve ao forno médio 180 graus por 20 minutos ou até começar a dourar. Sirva a seguir.

Rendimento:
 3 porções

Valores nutricionais (por porção) 
Calorias: 187 Kcal
Proteínas: 13g
Carboidratos: 13g
Lipídios: 9g
Fibras: 2g
Colesterol: 301 mg 


*receita fornecida pela nutricionista Roseli Siqueira da Clínica Equilíbrio Nutricional

40 dicas para voltar ao peso ideal

Quase metade dos brasileiros está acima do peso, mas é possível reduzir esse número com hábitos saudáveis


Dados da pesquisa divulgados nesta terça-feira (10) pelo Ministério da Saúde mostram que quase metade dos brasileiros está acima do peso. A proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de pessoas com obesidade subiu de 11,4% para 15,8%. Para fugir dessa armadilha perigosa à sua saúde, a nutricionista Roberta Stella reuniu todos os truques para fazer o ponteiro da balança voltar ao normal sem que você passe fome:

1) Nada de se desesperar: esqueça as dietas muito restritivas ou que prometem um grande emagrecimento em um período pequeno de tempo. Em longo prazo, o resultado é desastroso.

2) Comece fazendo um diário com os alimentos que você ingere todos os dias. Você perceberá os erros e se corrigirá sozinho. Essa mesma pesquisa do Ministério da Saúde divulgou que a presença de feijão e hortaliças na mesa das famílias brasileiras diminuiu, ao passo que o consumo de gordura aumentou.
3) Estabeleça uma rotina alimentar.

4) Estipule cinco refeições por dia, com horários para que elas aconteçam. E cumpra.

5) Analise os rótulos dos alimentos. Muitas vezes, os alimentos light contêm uma pequena diferença na quantidade calórica, que nem compensa a troca.

6) Prefira os alimentos integrais. Eles contêm mais nutrientes e fibras, que fazem um bem danado para o seu organismo.

7) Opte por leites e derivados desnatados. A menor quantidade de gordura significa menos colesterol e calorias na sua alimentação.

8) Cuidado com os embutidos (mortadela, salame, presunto). Eles carregam uma quantidade considerável de gordura, colesterol e sódio.

9) Escolha embutidos com menor quantidade de gordura como, por exemplo, o peito de peru.

10) Não fique mais do que 4 horas sem se alimentar.

11) Faça lanchinhos entre as refeições, hábito essencial para uma alimentação saudável.

12) Para esses lanches, opte por alimentos fáceis de serem obtidos e carregados na bolsa, como iogurte, barrinha de cereais, frutas e bolacha salgada.

13) Coma pelo menos 2 frutas por dia.

14) Consuma as frutas (maçã, pêra, uva) com casca.  
Frutas
15) Saladas e legumes devem fazer parte da sua alimentação diária.

16) Evite preparações altamente calóricas como gratinadas, fritas, à parmegiana, à milanesa e quatro queijos.

17) Tempere as saladas com suco de limão e vinagre.

18) azeite tem gorduras boas para o coração. Mas isso não quer dizer que ele não seja calórico. Se a intenção é emagrecer, use com muita moderação.

19) Doces devem ser evitados, principalmente bolos recheados, tortas, bomba de chocolate.

20) Prefira os sanduíches naturais aos oferecidos pelos fast-foods.

21) Atum e sardinha em conserva são ótimos para uma salada ou um sanduíche. Mas lembre-se: utilize a versão light, conservada em água, não em óleo.

22) Prefira as carnes menos calóricas, como peixe, frango e cortes magros de carne bovina.

23) Retire a pele do frango.

24) Cuidado com os molhos à base de maionese para temperar saladas.  
25) Prefiras os picolés ao sorvete de massa.

26) Sucos naturais são uma ótima pedida para se refrescar.

27) Você pode contar com a água de coco para se hidratar, mas atente à quantidade. Por ser calórica, a bebida não pode ser consumida livremente. Um copo pequeno (200 mL) apresenta 40 calorias. Consuma somente um coco por dia e beba muita água mineral.

28) Evite bebidas gaseificadas, mesmo as que não contêm calorias, como água e refrigerantes light.

29) Durante a refeição, beba somente um copo pequeno (200 mL) de líquidos. Assim a digestão não ficará prejudicada.

30) Um grama de álcool tem 9 calorias. Já um grama de carboidratos ou proteínas contém apenas 4 calorias: ou seja, aquele copinho de cerveja engorda bem mais do que um pedaço de pão. Portanto, evite as bebidas alcoólicas se o objetivo é emagrecer.

31) Se for a um barzinho, evite os petiscos fritos, amendoins e castanhas de caju.

32) Não vá ao supermercado com fome. Isso somente fará com que não resista quando passar pela gôndola de doces e salgadinhos.

33) Beba muita água, pelo menos, 2 litros por dia.

34) Cuidado com o café. Beba, no máximo, 4 xícaras por dia. 
35) Inicie a refeição com um prato grande de saladas (folhas e legumes cozidos).

36) Se exagerar em algum dia, não desista. Recomece novamente no dia seguinte.

37) Dê preferência a alimentos ricos em água e de baixo valor calórico, como frutas, legumes e verduras. Você poderá consumir um volume maior desses alimentos, comparando com aqueles ricos em calorias.

38) Evite fazer a última refeição do dia perto da hora de se deitar. Para não prejudicar a digestão dos alimentos e o sono, faça o jantar, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama.

39) Boa notícia para quem é fã de lanchonetes: as grandes redes de sanduíches já possuem opções saudáveis. Entre elas, destacam-se salada, água de coco e frutas.

40) Não encare a dieta como punição. Afinal, a reestruturação alimentar garante um corpo mais bonito e saudável. A dieta nada mais é que um presente que você dá a si mesmo. Mantenha as atitudes positivas ao longo do emagrecimento.

Você faz seus lanches de forma inteligente?


Refeição intermediária tem espaço no cardápio, desde que seja bem pensada


relógio com frutas - Foto Getty Images

O segredo é a disciplina!

Se você decidiu adotar a reeducação alimentar e incluir os lanches intermediários no cardápio, não adianta pensar que basta fazer as seis refeições a qualquer momento, espalhadas pelo dia. "O mais importante é controlar os intervalos entre as refeições, que não precisam necessariamente de tanta rigidez, mas devem ser adequados à rotina da pessoa", explica a nutricionista Barbara Gerbasi Ortolani, da RGNutri, em São Paulo. Isso porque estipulando a hora certa para comer, o seu organismo já sabe quando precisará de energia de novo e trabalhará nesse intervalo gastando o máximo da energia fornecida na última refeição, sem armazenar nem usar demais, evitando o acúmulo de gordura e a fome fora de hora. Entretanto, o modelo café da manhã, almoço e jantar, com lanches entre essas refeições, pode ser alterado. Pessoas que almoçam muito tarde por conta do trabalho, por exemplo, podem adiantar um lanche e fazer dois intermediários entre o café da manhã e o almoço, passando direto para a janta depois ou então pulando a ceia. "Para acertar os horários, vale usar o alarme do computador ou do celular e até deixar um recadinho em algum lugar visível, como a mesa do escritório", diz a nutricionista Barbara. "Muitas vezes no dia a dia acabamos envolvidos em outras atividades e nos esquecemos de realizar os lanches, e esses 'truques' podem ajudar".  
mulher comendo bolo - Foto Getty Images

Não extrapole

"O lanche intermediário pode ser uma armadilha se boas escolhas não forem realizadas", declara a nutricionista Barbara. Não devemos esquecer que lanche da tarde é diferente de almoço, e como tal as quantidades devem ser bem menores. "Essa refeição deve representar de 10 a 15% da energia total consumida no dia, o que em uma dieta de 2.000 calorias diárias se traduz em 200 a 300 calorias por lanche em média", exemplifica a especialista. Dessa forma, não adianta fazer as refeições intermediárias como se elas fossem grandes banquetes e comer meio saco de amêndoas só porque é saudável - lembre-se que daqui um tempo você estará comendo novamente. Isso educa seu organismo a sentir menos fome e a se acostumar com as pequenas porções, exigindo cada vez menos. Você pode conferir algumas opções de lanches com até 200 calorias e outros lanches com até 100 calorias. 
mulher segurando uma maçã e um chocolate - Foto Getty Images

Coma mais e de forma inteligente

É certo que qualquer alimento pode ser ingerido dentro de uma reeducação alimentar ? entretanto, alguns são bem mais saudáveis do que outros, e por isso devem ser a preferência. Em alguns casos, fazer essas escolhas pode até dar a sensação de que você comeu mais, quando na verdade está ingerindo o mesmo número de calorias - com a vantagem de ter mais nutrientes. ?É recomendado variar ao máximo nas escolhas, sempre pensando em qualidade?, lembra a nutricionista Barbara. 

Por exemplo: uma barrinha de cereal de morango com chocolate contém em média 100 calorias, quantidade maior do que uma pera média e duas torradas integrais com queijo cottage, que somados dão 90 calorias. "Rica em potássio, fósforo, ferro e vitaminas A e C, a pera é uma fruta bastante acessível, tanto pelo preço como pela facilidade de encontrá-la", explica a nutricionista Rosana Farah, da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição. "Já a torrada integral é rica em fibras e o cottage tem cálcio e proteínas, além de ser menos calórico que outros tipos de queijo", completa Rosana. Em comparação com a barrinha, a segunda combinação é muito mais atraente e saudável - pois apesar de conter fibras e algumas vitaminas, a barrinha de cereal é rica em açúcar e oferece uma quantidade muito menor. Confira outras trocas saudáveis para lanches
guloseimas - Foto Getty Images

Lanche é refeição, e não um extra

O lanche intermediário não deve ser sinônimo de "guloseima", apesar de ter esse estigma entre muitas pessoas. "Ele precisa se encaixar na dieta de cada um e nas necessidades individuais, devendo fazer parte do contexto total de ingestão calórica", explica a nutricionista Barbara. De acordo com a nutricionista Rosana, ficar "beliscando" durante a tarde e considerar isso um lanche intermediário faz com que você consuma mais calorias do que o recomendado. "Isso, somado à má qualidade que algumas opções podem ter, trazem desequilíbrios para a alimentação", completa Barbara.  
lanche de frutas na mesa do trabalho - Foto Getty Images

Tudo é uma questão de planejamento

Seu despertador tocou alertando que é hora do lanche e você não tem nada na bolsa, na gaveta ou onde quer que seja para fazer a refeição. Resultado? Você fica sem comer nada, ou então apela para um chocolate ou pão de queijo que vende na esquina - e nenhuma dessas opções é a ideal, principalmente se virarem uma constante na alimentação. "Os lanches intermediários devem ser planejados para você não ser pego de surpresa e estar despreparado no momento de realizar esta refeição", explica a nutricionista Barbara. Se é um dia que sabidamente será mais cheio, leve um lanche mais fácil de ser carregado e consumido, como biscoitos integrais ou uma maçã. Até mesmo a barrinha de cereal vale - só não vale se desesperar.  
mulher comendo uma torrada com geleia - Foto Getty Images

Oportunidade para descansar

Você não precisa ver o lanche intermediário como mais uma obrigação chata - inclusive, ele deve ser um momento de prazer, para relaxar. "O ideal é parar um pouquinho para realizar a refeição em lugar tranquilo, com maior atenção ao que se está comendo e mastigar com calma", declara a nutricionista Barbara. Esse ritual ajuda seu cérebro a perceber que está comendo, adiando ainda mais a fome, além de você descansar um pouco a mente e ficar preparado para encarar o resto do dia ou da tarde. "Quem trabalha com maior rigidez de horários pode encaixar nos lanches opções práticas 'de gaveta', como mix de frutas secas, castanhas e até algumas frutas frescas", diz a especialista.  
mulher no supermercado - Foto Getty Images

Não se justifique pela promessa da embalagem

As propagandas em rótulos de alimentos, com aqueles dizeres como "livre de gordura" ou "rico em fibras", podem ser sim levados a sério; hoje temos uma forte legislação que cuida dessas questões para que o consumidor não seja enganado. "Para exemplificar: se o rótulo diz que algum produto é rico em fibras, ele deve atender a uma quantidade mínima de fibra estabelecida por lei", afirma a nutricionista Barbara. Entretanto, não é porque um produto é "livre de gordura", afirma a especialista, que ele poderá ser consumido em qualquer quantidade - esse é o erro que o consumidor geralmente comete.

Outro erro comum é usar os produtos do tipo light ou diet como justificativa para exageros. A nutricionista Sandra Silva Maria, da Clínica Gastro Obeso Center, em São Paulo explica que alimentos diet geralmente são isentos de açúcar, sódio ou proteínas. "Para compensar a falta de açúcar, pode ser adicionada uma maior quantidade de gordura, para conservar o sabor", afirma. O mesmo vale para os alimentos light, que podem ter uma redução de calorias, açúcares, gorduras, sódio ou outro nutriente em relação ao produto original. No entanto, a diferença calórica entre um produto e outro pode ser muito pequena e o sabor pode ser compensado aumentando a quantidade de outros componentes. Ao ler um rótulo, você precisa ir além das calorias totais e avaliar a composição deste alimento no que se refere às gorduras, sódio, fibras, carboidratos e proteínas. ?Às vezes as calorias não são muitas, mas há o predomínio de gorduras de má qualidade nutricional no alimento e isso deve contar na sua decisão.?