terça-feira, 29 de outubro de 2013

Por que amamos tanto gordura

Sejam doces ou salgados, alimentos engordurados nos atraem de forma quase incontrolável. Agora, esse desejo ganha atenção especial da ciência, que desvenda: ele não depende, nem de perto, só do paladar

Por que amamos tanto gordura



Do ponto de vista evolutivo, o ser humano, assim como qualquer outro animal, tem duas missões primárias: sobreviver e preservar a própria espécie. Ambos os objetivos definem a maioria das ações que cada um toma, mas, curiosamente, quase não são lembrados no dia a dia. Então, o que motiva as pessoas a se relacionarem, fazerem sexo, comerem e realizarem qualquer outra atividade que, no fim das contas, ajuda a manter os homens na Terra? Para encurtar e simplificar a história, dá para dizer que a resposta é o prazer. O organismo reforça comportamentos considerados positivos transmitindo uma sensação de deleite.

Segundo descobertas recentes, uma das práticas que mais estimulam esse mecanismo de recompensa é a ingestão de lipídios. Um estudo inusitado da Universidade da Califórnia em Irvine, nos Estados Unidos, em conjunto com o Instituto Italiano de Tecnologia, aponta que, ao saborearmos um prato gorduroso, o próprio intestino produz endocanabinoides, substâncias primas do princípio ativo da maconha e que provocam bem-estar. "E isso não ocorreu quando as refeições eram à base de carboidrato ou de proteína", completa Daniele Piomelli, coordenador do trabalho.

Cardápios bem gordos, portanto, trariam um sentimento de satisfação único. "Isso justificaria a dificuldade em controlar o anseio por esses alimentos. O indivíduo buscaria sempre mais para se sentir bem", sugere Piomelli. Como se isso fosse pouco, os endocanabinoides ajudam a regular, no trato digestivo, o sistema de saciedade. Em altas quantidades, eles mantêm a fome por um tempo prolongado, o que culmina em excessos à mesa.

Ela sempre agradou, mas hoje está virando um vício

Outra substância que acarreta estímulos agradáveis é a dopamina. E — adivinhe! — esse neurotransmissor é fabricado pelos neurônios quando colocamos batatas fritas, pastéis e afins na boca. A dúvida que pairava no ar até pouco tempo atrás, no entanto, é se esse processo seria deflagrado apenas pelo sabor do banquete calórico.

Para esclarecer esse ponto, a biomédica Jozélia Ferreira e o neurocientista Ivan de Araújo, dois brasileiros da Universidade Yale, nos Estados Unidos, resolveram montar um experimento que tirasse o paladar de cena. Em outras palavras, eles administraram alimentos gordurosos diretamente no estômago de ratos. E, após o término da avaliação, observaram que as taxas de dopamina continuavam elevadas. "Mais do que isso, os animais passaram a apresentar um forte desejo por essas refeições", reforça Araújo. Logo, por mais que o sabor reforce essa atração, ela parece estar intimamente ligada à fisiologia do corpo inteiro.

Porém, você há de convir que um anseio exacerbado por menus tão engordativos é perigoso nos dias de hoje, em que os índices de obesidade crescem vertiginosamente. Assim, por qual razão o organismo acha a gordura um nutriente tão benéfico a ponto de desencadear reações agradáveis assim que ela é consumida?

"Há muitos anos, os homens passavam dias até encontrar a caça", lembra Paulo Jannuzzi Cunha, neuropsicólogo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Como obviamente não tinham geladeira, eles ingeriam a maior quantidade possível de comidas altamente calóricas, de modo a ter uma reserva para tempos difíceis", arremata.

Acontece que o ambiente em que vivemos mudou drasticamente. "Só para mencionar um exemplo, há aproximadamente 200 anos houve uma industrialização importante. A população começou a ter acesso mais fácil a produtos alimentícios e ainda deixou de se movimentar tanto como antes", relata o nutrólogo Celso Cukier, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Clínica. Até pela velocidade em que ocorreram, tais alterações na sociedade não foram acompanhadas por mutações biológicas. E, por ter se transformado em uma fonte de prazer fácil, a gordura infelizmente virou um vício para muitos.

"O indivíduo, como com qualquer droga, sabe que está causando prejuízos a si, mas continua com o hábito mesmo assim", compara Walmir Coutinho, endocrinologista da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). "Quando perguntadas sobre o que comem, as pessoas em geral tendem a mentir sobre a quantidade de porções gordurosas ingeridas. É como se elas se sentissem culpadas com a própria atitude", exemplifica Coutinho.

Nem a mais, nem a menos. O caminho é a moderação

Essa verdadeira dependência, quando não controlada, cai em um círculo vicioso extremamente prejudicial — e, aliás, que se parece muito com o das drogas. "Sabe-se que, quando exposto a doses elevadas de dopamina, o organismo passa a ficar menos sensível a ela", ensina Adriano Segal, psiquiatra da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), em São Paulo. "Então, a exemplo de um viciado que busca cada vez maiores quantidades de cocaína para se sentir bem, será necessário ao longo do tempo mais e mais gordura para ativar o sistema de recompensa", conclui.

Isso, por sua vez, culminará em uma dieta repleta de petiscos e guloseimas altamente calóricos, o que provavelmente terminará em quilos de sobra e uma senhora barriga. E sempre vale reforçar: a obesidade é um importante fator de risco para inúmeras complicações, que vão desde doenças cardiovasculares até o temido câncer.

Contudo, há duas grandes diferenças entre o desejo irrefreável por um psicotrópico e o que está por trás do consumo exagerado de manteiga e torresmo. "As gorduras até causam excitação, mas não alucinações. E, diferentemente das drogas, é impossível cortá-las do cotidiano, porque todos precisam desse nutriente para viver", enumera Paulo Jannuzzi Cunha.

Por mais que o exagero seja danoso, os ácidos graxos, além de ótimas fontes de energia, constituem as membranas celulares e ajudam na produção de hormônios, só para citar duas funções. O jeito é consumi-los com moderação e por meio de fontes diversas. Isso porque existe mais de um tipo de gordura — e, com exceção da trans, os outros trazem benefícios ao corpo. "De 25% a 30% do total de calorias diárias deve vir dessas substâncias", estima a nutricionista Maria Gandini, da RG Nutri, na capital paulista. A princípio, esses números dão a impressão de que é possível almoçar só linguiça com maionese. "Mas, na realidade, uma colher de sopa de azeite, sozinha, fornece 100 calorias, o que representa um quarto do total a ser ingerido", calcula a nutricionista Maria.

Em suma, as escolhas no cardápio devem ser feitas de forma racional, especialmente quando o assunto é a gordura saturada (saiba quais as doses ideais de cada modalidade nos quadros acima). Se ela é engolida aos montes, a vontade por pratos que alavancam o sobrepeso aumenta. "A versão saturada, em excesso, causa uma inflamação no hipotálamo, região do cérebro responsável pela saciedade", alerta Marciane Milanski, nutricionista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. A reação dificulta o trabalho da leptina, substância liberada com o intuito de passar a mensagem de que é hora de parar com as garfadas. Essa resistência faz a gula dar as caras. E, cá entre nós, dificilmente alguém aplaca um apetite digno de jiboia com alface e tomate. Uma baita fome dessas só é aquietada com uma avalanche de comida.

Atenuar a fissura por gordura não é tarefa simples. "Quando deixa de ingeri-la em grandes quantidades, o obeso tende a ficar irritado e depressivo. Estamos falando de uma espécie de crise de abstinência", enfatiza Jannuzzi Cunha. Por isso, muita gente com essa dependência não gosta de ouvir que, para montar refeições saudáveis, basta ter força de vontade. Ela faz a diferença, mas o essencial é planejamento.

Quando for ao supermercado, leve sempre uma lista de compras junto — e se esforce ao máximo para segui-la. De preferência, elabore a relação de produtos a serem escolhidos na gôndola quando estiver sem fome. "Isso faz com que as decisões sejam racionais e sempre voltadas para o objetivo de comer corretamente", justifica o endocrinologista Walmir Coutinho.

Ao bolar esse inventário dos alimentos a serem adquiridos, não se esqueça das fibras, encontradas em frutas, leguminosas e na aveia. Primeiro porque promovem a sensação de saciedade. "Segundo porque diminuem a absorção do excesso de gorduras", complementa a nutricionista Marciane Milanski, da Unicamp.

Atualmente, os especialistas observam que estratégias para assegurar níveis ideais de dopamina e de outros neurotransmissores que trazem bem-estar também auxiliam a reconquistar o controle sobre o que entra no cardápio. É que elas funcionariam como substitutos de salames e companhia na busca por satisfação.

Uma das que comprovadamente desencadeiam esse efeito é a atividade física. "Ela mexe com o sistema de recompensa. O problema é que muitos pacientes não gostam de se exercitar e, quando forçados, ficam ainda mais nervosos", lamenta Adriano Segal. Aí, o tiro sai pela culatra — com a cabeça quente por causa da malhação, o indivíduo buscará conforto em uma porção de coxinhas, por exemplo.

A regra é investir em práticas que o agradem. Pode ser ouvir música e até ir ao cinema — sem o saco de pipoca, claro. No fim, todos os hobbies vão reabastecer o estoque de substâncias prazerosas, regulando a ânsia por gordura. Quem disse que, para se alimentar direito, é preciso sofrer?! Muito pelo contrário.

Um novo caminho contra a obesidade 

"A maioria dos medicamentos para controlar o excesso de peso age no sistema nervoso central, promovendo saciedade", explica o endocrinologista Walmir Coutinho, da PUC do Rio de Janeiro. Todavia, essas pílulas são alvo de críticas pelos possíveis efeitos colaterais que trazem — algumas, como as anfetaminas, podem gerar dependência e desencadear transtornos psiquiátricos. É até por isso que, na atual conjuntura, a descoberta de Daniele Piomelli sobre a ação de endocanabinoides no intestino se torna ainda mais essencial. "Nossos achados podem ser um passo importante para o desenvolvimento de remédios que não atuem diretamente no cérebro", acredita Piomelli.

Dependência gordurosa
Entenda como os ácidos graxos causam a maior fissura

1) Da cabeça para o corpo
Sensores específicos da língua, assim que a gordura entra na boca, mandam um sinal ao cérebro, que processa a informação. Em seguida, ele envia através do nervo vago a ordem para que o jejuno, parte do intestino delgado, produza endocanabinoides.

2) A viagem de volta
Essas substâncias se ligam, no próprio trato digestivo, a receptores especiais, chamados de CB1. Quando isso ocorre, um sinal — que os cientistas ainda não identificaram exatamente — chega à massa cinzenta. Resultado: bem-estar e mais apetite por alimentos gordurosos.

3) Altos e baixos
Certos neurônios fabricam dopamina no momento em que se consomem lipídios, promovendo um barato natural. Quando os índices da substância caem, essa sensação é dissipada. Aí, para se sentir como antes, a pessoa exagera no bacon, no sorvete cremoso, nas frituras...

As poli-insaturadas

Elas auxiliam no combate contra problemas cardíacos e inflamações. Das calorias diárias, 10% precisam vir dessa variedade — 1 filé de salmão, 1 colher de sopa de maionese industrializada e mais 1 de óleos vegetais garantem essa porcentagem.

As monoinsaturadas
Outros 10% estão reservados para esse tipo, presente no azeite e em boa parcela das oleaginosas, a exemplo do amendoim. Cerca de 7 amêndoas e 4 castanhas de caju dão conta do recado e, segundo pesquisas, reduzem os níveis do LDL, o colesterol ruim.

As saturadas
Elas abastecem as células com energia. Isso, contudo, não justifica uma ingestão maior do que 7% das calorias diárias — se a margem é ultrapassada, o risco de artérias entupirem sobe. Um bife de contrafilé ou 4 pequenas fatias de bacon preenchem o requisito.

As trans
Hoje, estão praticamente banidas por gerarem doenças coronarianas. Mesmo assim, verifique o rótulo de produtos industrializados como os biscoitos. O certo é não colocá-la nas refeições. No máximo, limite-se a 1% das calorias diárias. Ou seja, uma bolinha de sorvete.

O que sabota a alimentação adequada

Todo mundo tem suas manias, como petiscar enquanto assiste a TV. Quem pretende controlar a vontade por devorar guloseimas deve ficar atento a esses hábitos. "No início, evitar se pôr em situações que o façam se lembrar de comidas calóricas é um passo importante", salienta o psiquiatra Adriano Segal. Não é que a pessoa está proibida de ver seu programa favorito — ela só vai ter que analisar cada prática do cotidiano para fazer eventuais ajustes, como tirar o salgadinho da despensa. Agora, em casos mais graves, será realmente necessário cortar determinados costumes. Afinal, almoçar em churrascarias ou lanchonetes dificilmente é sinal de uma refeição equilibrada.

Cardápio contra a ansiedade

Viver agitado e com um emaranhado de preocupações na cabeça não só prejudica o humor como faz o ponteiro da balança disparar. Por isso, dê um tempo e invista em nutrientes pró-calmaria
Pense em quantas vezes você desejou que o dia tivesse 48 horas para cumprir todas as tarefas e, ante a impossibilidade de esse milagre acontecer, passou o tempo todo correndo de um lado para o outro. Foram muitas, certo? Pois saiba que a tensão constante causa alterações no humor e, acredite, no peso. "A ansiedade nas alturas contribui para a produção de cortisol, um hormônio associado ao acúmulo de gordura no abdômen", conta Fabiana Honda, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição, na capital paulista. Uma maneira consagrada de apagar o pavio desse estresse é fazer exercícios. Mas não é a única.

"Há estudos que apontam a relação entre certos nutrientes com uma menor agitação", diz Ana Paula Fioreti, coordenadora do curso de nutrição da Universidade São Francisco, em Bragança Paulista, no interior do estado. Um desses trabalhos foi publicado recentemente pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos. Nele, os jovens que receberam suplementação de ômega-3 apresentaram uma redução de 20% nos níveis de ansiedade quando comparados a quem consumiu cápsulas inócuas. "A dieta exerce um papel importante no controle dos ânimos", reconhece o médico Walmir Coutinho, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. "Mas nenhum alimento é mágico." Patrícia Spada, psicanalista e doutoranda em nutrição na Universidade Federal de São Paulo, concorda: "O tratamento é multidisciplinar". 

Ressalvas feitas, confira, abaixo, nutrientes que deixam tanto o cardápio quanto a sua mente mais equilibrados.

Ômega-3

Para os pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio, a suplementação com essa gordura benéfica brecaria a ansiedade ao reduzir a concentração de citocinas, substâncias consideradas pró-inflamatórias. A nutricionista Fabiana Honda informa outro possível mecanismo: "Os ômegas 3 e 6 facilitam a atuação de neurotransmissores como a serotonina, que cria a sensação de bem-estar". 

Fontes: linhaça, óleos vegetais, azeite de oliva e peixes de água fria, como atum, sardinha e salmão

Triptofano

Esse aminoácido essencial é precursor da tal serotonina. "Pessoas com concentrações normais da substância têm menos episódios de ansiedade", afirma Priscila Meirelles, nutricionista funcional de Pelotas, no interior gaúcho. Aposte também em carboidratos complexos, como os cereais integrais, que estabilizam os níveis de insulina. É que esse hormônio, responsável por botar o açúcar para dentro das células, deixa o triptofano mais disponível no sangue. 

Fontes: banana, leite, arroz integral, soja, feijão, chocolate amargo, peixe, aves, carne bovina, manga e abóbora

Magnésio

Segundo Fabiana, a enzima que converte o triptofano em serotonina é dependente desse mineral e, daí, sua presença ajuda a acalmar os nervos. "Além disso, o magnésio bloqueia um receptor chamado NMDA, que causa uma excitação exagerada no cérebro. A consequência são sintomas como irritação, ansiedade e estresse", conta Ana Paula Fioreti, da Universidade São Francisco. 

Fontes: cereais e grãos integrais, abacate, nozes, castanhas, amêndoas e vegetais folhosos

Vitamina C

"Estudos com cobaias mostram que ela ajuda a reduzir a produção de cortisol, hormônio do estresse", conta Fabiana Honda. E esse não é seu único trunfo: ela combate os radicais livres, moléculas nocivas que fazem a festa em momentos de tensão. 

Fontes: acerola, limão, laranja, morango, caju, brócolis e rúcula

Arginina e lisina

Pesquisas indicam que combinar esses dois aminoácidos diminuiria a concentração de cortisol pelo corpo, garantindo uma baita tranquilidade. "A forma de ação, porém, ainda não é conhecida", avisa Fabiana Honda. 

Fontes: cacau, nozes, castanha de caju e semente de girassol

Cálcio

Entre suas tarefas estão administrar a transmissão de impulsos nervosos e, junto com o magnésio, gerenciar a contração muscular. A ausência do mineral, afirma Ana Paula Fioreti, é capaz de gerar uma senhora agitação. 

Fontes: leite e derivados, vegetais verde-escuros, salmão e gergelim Fontes: leite e derivados, vegetais verde-escuros, salmão e gergelim

Complexo B

Todas as vitaminas desse grupo mantêm o corpo em ordem. Mas, de acordo com Priscila Meirelles, a B6 e o ácido fólico são essenciais para a formação do neurotransmissor serotonina. "Sem essa dupla do complexo B somada ao triptofano e ao magnésio, ele não é criado." 

Fontes: feijões, lentilha, grão-de-bico, cereais integrais, aspargos e couve

Sossego pós-malhação

De acordo com Felipe Schuch, educador físico e doutorando em psiquiatria na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a UFRGS, as evidencias levam a crer que os exercícios acalmam os nervos porque estimulam a liberação de uma substancia chamada endorfina. "Até agora as atividades aeróbicas, como corrida, pedalada e natação, mostraram-se mais eficientes nesse sentido", completa. Mas para a sessão de descarrego funcionar mesmo é preciso escolher o horário do treino com cautela. Afinal, malhar a noite pode atrapalhar o sono de muita gente e tornar o dia seguinte um verdadeiro pesadelo.

Óleo de amêndoas hidrata a pele e recupera o cabelo

Descubra por que ele continua um clássico, mesmo com tantas novidades em 

Seu perfume atravessa gerações, por mais que as novidades cosméticas não parem de chegar às prateleiras. Conhecido por fazer parte do enxoval das gestantes, o óleo de amêndoas tem alto poder de hidratação e ajuda a prevenir a formação de estrias quando a pele se distende demais. "Ele evita a perda de água na pele e todos os problemas relacionados a isso", afirma a dermatologista Cristiane Dal Magro, da Universidade Federal de Brasília. O cabelo também sai ganhando com essa solução simples e barata, como explicam os especialistas nas dicas que você lê a seguir.

previne estrias - foto Getty Images
Hidrata e previne estrias 
Assim como outros óleos vegetais, o de amêndoas deixa a pele mais protegida contra a perda de água. Resultado: ela fica mais macia e hidratada, além de sofrer menos com as agressões externas (vento, frio e baixa umidade do ar ambiente). 

A eficiência do óleo de amêndoas na prevenção de estrias e rugas explica-se graças à melhora na elasticidade da pele. "Mas não ache que o óleo acaba com estrias já formadas, essas cicatrizes só desaparecem com aplicação de laser", afirma a dermatologista.  
óleo de amêndoas - foto Getty Images
Poder anti-inflamatório 
Além de deixar a pele mais macia, o óleo de amêndoas tem propriedades que desinflamam acalmam irritações cutâneas. "Isso acontece devido à presença do zinco, mineral que atua no organismo diminuindo o processo inflamatório agudo", afirma o esteticista ortomolecular e cosmetologista Edjasto Brito, do Instituto Isa Prudome. A dermatologista de Brasília acrescenta que o óleo possui antioxidantes e vitamina E, úteis em processos de desinflamação.
óleo de amêndoas - foto Getty Images
Cabelo com menos volume 
Os efeitos que o óleo proporciona a nossa pele também podem ser percebidos nos cabelos. "Há recuperação dos fios danificados e diminuição do volume", diz Edjasto. Mas o ideal, nesse caso, é buscar xampus e condicionadores que contenham óleo de amêndoas na fórmula. "O óleo se deposita no cabelo, que fica muito pesado e com aparência suja", afirma a dermatologista. Se for aplicar o óleo puro nos fios, deixe agir por cinco minutos e lave o cabelo como de costume. 
óleo de amêndoas - foto Getty Images
Fim da descamação
O óleo de amêndoas tem efeito emoliente (ajuda a pele a recuperar sua oleosidade natural), por isso é uma boa opção quando o clima está muito seco ou após o sol. Mas, no caso de quem tem a pele seca como característica, o ideal é combinar o uso do óleo a hidratantes especiais. "O óleo favorece a absorção dos hidratantes, que penetram mais fundo na pele e agem mais rápido", afirma dermatologista. 
óleo de amêndoas - foto Getty Images
Cuidados na hora da aplicação 
O melhor momento para aplicação do óleo de amêndoas é após o banho. Os poros estão mais abertos e o produto consegue penetrar bem na pele. Prefira fazer isso durante a noite, quando o corpo está menos exposto a partículas de poeira e poluentes, que podem acumular na pele.
óleo de amêndoas - foto Getty Images
Uso diário 
Nenhuma contraindicação impede que você aplique o óleo de amêndoas todos os dias na pele e no cabelo. "As regiões do corpo que são mais ressecadas, como os cotovelos, merecem uso diário", afirma a dermatologista. Evite usar óleo de amêndoas no rosto caso você tenha pele mista ou oleosa - o cuidado é para prevenir a formação de acne. 
óleo de amêndoas - foto Getty Images
Óleo para problemas intestinais 
O óleo de amêndoas, em formulação específica para consumo oral, pode ser usado contra o intestino preguiçoso, porque tem ação laxativa. "O ideal é procurar um médico e decidir junto a ele a dosagem certa. Vale lembrar que a versão disponível para uso na pele pode conter resíduos tóxicos de solvente (usado para extrair o óleo da semente) e não pode ser ingerido", afirma a dermatologista. 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sábado de dieta? Pizza light no cardápio

Confira boas opções para não sair da dieta


Pizza de abobrinha é uma opção mais saudável do alimento - Imagem ilustrativa
Presença marcante no cardápio de qualquer paulistano, as pizzas seduzem a todos se você está de dieta, então, parece que a tentação é maior ainda. Por isso, demos um jeito para você fugir das calorias em excesso de alguns sabores (uma mísera fatia de pizza quatro queijos chega a 370 Kcal) e, ainda assim, não passar o final de semana com água na boca, sonhando com a delícia que é a cara do sábado! Minha Vida juntou dois especialistas no assunto, a consultoria nutricional RG Nutri e a I Vitelloni Pizzeria, e pedimos a eles que indicassem opções light do bom bocado italiano. Confira a receita da massa integral e as quatro opções de recheio menos calóricas, montadas especialmente para você.

Massa

Ingredientes
½ xícara de chá de leite desnatado
- 1 colher de ch
á de margarina light
- 1 pitada de sal
- 1 colher de sopa de fermento em p
ó
- 2 x
ícaras de chá de farinha de trigo integral

Modo de preparo
Misture bem todos os ingredientes. Amasse com as m
ãos até a massa desgrudar. Se for necessário, polvilhe mais um pouco de farinha. Coloque a massa para descansar por cerca de 20 minutos, em lugar quente, coberta com um pano. Abra a massa com um rolo, em uma superfície levemente enfarinhada. Ligue o forno em temperatura média (180°C). Jogue um pouco de farinha sobre uma assadeira redonda, coloque a massa, espalhe um pouco do molho e leve ao forno pré-aquecido por 12 minutos. A seguir, cubra com qualquer um dos recheios abaixo, e retorne ao forno para gratinar.

Molho Tomate

- 4 tomates sem pele e sem sementes
- 1 colher de sopa de or
égano
- 1 copo de 
água
- Sal e pimenta a gosto
- 3 colheres de sopa de 
óleo

Recheios
Pizza de Atum- 1 lata de atum light (em 
água, não em óleo) em lascas
- 1 cebola picada
- 50 g de azeitonas pretas
- 100 g de queijo mussarela ralada
- Sal, pimenta e or
égano a gosto
- 1 colher de sobremesa de azeite
- Molho de tomate

Fatia: 288,65 calorias
Pizza Vegetariana-120 g de ricota
- 2 x
ícaras de chá de espinafre cozido
- 100 g de mussarela light
- Or
égano a gosto
- Molho de tomate

Fatia: 292,55 calorias


Pizza de Palmito
- 5 colheres de sopa de palmito
- 120 g de mussarela
- Manjeric
ão a gosto
Fatia: 222,66 calorias

Abobrinha com queijo cremoso

- Cobertura de tomate
- Ervas finas para salpicar
- 6 fatias de abobrinha italiana (bem verde e com casca)
- 4 polenghinhos light
- 50 g de queijo parmes
ão ralado 

Modo de preparo da pizza de abobrinha
Adicione 
à massa aberta, a cobertura de tomates salpicada com ervas finas, as fatias de abobrinha cortadas e disponha sobre elas, os pedaços de Polenghinho. Salpique o parmesão e leve ao forno para assar. Se preferir, pode substituir a abobrinha por berinjela.
Fatia: 202 calorias

Estudos de caso comparam o efeito de refrigerantes no esmalte dental com a erosão provocada por drogas

Ácido cítrico presente no refrigerante normal ou diet tem alto potencial de causar erosão dental


O consumo exagerado de bebidas gaseificadas ácidas, especialmente os refrigerantes, pode provocar erosão do esmalte dental de maneira similar ao abuso de drogas ilícitas, como a metanfetamina, postula o estudo de caso "Erosão Dental Devida a Abuso de Drogas Ilícitas e Bebidas Gaseificadas Ácidas", publicado na edição de março/abril do General Dentistry. AAcademy of General Dentistry publica esse periódico.
O estudo menciona que a erosão causada por refrigerante ocorre quando o ácido desgasta o esmalte dental, que é a camada vítrea de proteção que fica do lado externo do dente.
Dr. Mohamed A. Bassiouny, um dentista que foi o autor principal do estudo, comparou o dano na boca de três indivíduos. Um era usuário de metanfetamina, outro era usuário de cocaína e o terceiro consumia refrigerantes em excesso. Todos os participantes relataram má higiene bucal e visitas irregulares ao dentista. Os pesquisadores observaram que os participantes tinham o mesmo tipo e severidade de dano provocado por erosão.
"Todos os indivíduos apresentaram erosão dental severa causada pelos altos níveis de acidez presentes na 'droga' consumida - metanfetamina, crack ou refrigerante", diz Dr. Mohamed. "Sabe-se bem que o ácido cítrico presente no refrigerante normal ou diet tem alto potencial de causar erosão dental".
O indivíduo que consumia refrigerantes em excesso relatou tomar dois litros de refrigerante diet por dia por cinco anos, de acordo com o estudo de caso, e não buscou tratamento dental por duas décadas.
"As incríveis semelhanças encontradas neste estudo devem ser um alerta para consumidores que pensam que os refrigerantes - mesmo sendo diet - não são prejudiciais à sua saúde bucal", diz dr. Bassiouny.
Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2013 Colgate-Palmolive.

Dê mais volume aos cabelos finos em dez passos

Usar xampus neutros e dispensar a escova ajuda a dar forma aos fios

Cabelo sem volume. Essa costuma ser a reclamação número 1 de quem tem cabelos finos. Os fios podem ficar muito escorridos e sem forma, dando trabalho na hora de montar um penteado mais elaborado. "Além disso, os cabelos finos são naturalmente mais oleosos, porque o couro cabeludo fica mais exposto ao sol e à sujeira", diz a hair stylist Patricia Xavier, do Cat's Cabeleireiros Vila Olímpia, em São Paulo. Se você sofre com a falta de volume dos seus cabelos fininhos, veja como arrasar no visual: 

mulher escolhendo um xampu no mercado - Foto: Getty Images

Xampu neutro

A hair stylist Patricia Xavier afirma que como os cabelos finos são mais oleosos, o ideal é lavar em dias alternados, usar um xampu neutro ou próprio para cabelos finos e dispensar o condicionador. "O leave-in usado após o banho já dará a hidratação que o cabelo precisa, sem deixá-lo com uma aparência pesada e escorrida", diz. Agora, se os seus cabelos são do tipo que embaraçam facilmente não tem como dispensar o condicionador. Aplique o produto ao longo dos fios, sempre preservando a raiz. Outra dica é pentear os cabelos com um pente, ainda no chuveiro. 
mulher tomando banho - Foto: Getty Images

Temperatura da água

Apesar de a água quente retirar a oleosidade dos fios, para quem tem os cabelos oleososisso pode ser uma cilada: o couro cabeludo, ao perceber que ficou ressecado, produz ainda mais oleosidade. "Por isso a temperatura da água deve ser o mais natural possível, evitando que ele fique muito oleoso, perdendo o volume e ficando com aspecto sujo", aconselha o hair stylist Jonas Lázaro, do salão Fino Capelli, no Rio de Janeiro. 
mulher com creme nas mãos - Foto: Getty Images

Use leave-in

Após o banho, retire a umidade do cabelo e aplique um leave-in próprio para cabelos finos do comprimento dos fios até as pontas. "Ele irá ajudar o cabelo a ganhar mais volume, mas tome cuidado para não aplicar grandes quantidades, deixando o cabelo emplastado', afirma a hair stylist Priscila. Exagerar no creme sem enxágue fará com que o cabelo fique pesado, prejudicando o volume. "Os cabelos cacheados, principalmente devem se valer do leave-in, que ajuda a formar o cacho e confere mais volume".
mulher secando o cabelo com a toalha - Foto: Getty Images

Secando com a toalha

Para fios que precisam de volume, Priscila Xavier recomenda fazer o seguinte movimento com a toalha: iniciar a secagem pela raiz, e só depois ir para as pontas. "A secagem com toalha é mais recomendada para cabelos finos e enrolados, já que o secador irá tirar o volume natural dos cachos", diz.
mulher usando secador nos cabelos - Foto: Getty Images

Usando o secador

Com secador a lógica é a mesma: comece pela raiz e termine secando as pontas. "Evite usar escovas, pois essa tração dá mais oleosidade ao couro cabeludo, deixando os fios pesados", aconselha o hair stylist Jonas. A temperatura do secador não pode estar muito quente, para não agredir os cabelos. "Coloque o secador perto do braço e veja se a sua pele suporta o calor - se é confortável para a sua pele, é para o seu cabelo", diz Patrícia Xavier. Lembre-se de sempre retirar a umidade dos fios antes de iniciar a secagem, para facilitar o processo. 
pomada para cabelos - Foto: Getty Images

Escolhendo finalizadores

Fique longe de finalizadores com fixação forte e que sejam pastosos, pois assim irão pesar no seu cabelo, deixando-o sem volume. "Terminando de secar, use uma pomada leve, se houver necessidade de fixar o penteado", afirma a hair stylist Patrícia. As pomadas mais recomendadas são as masculinas, que no geral são mais suaves. "Sprays fixadores específicos para dar volume também ajudam a manter o cabelo armado, mas seu efeito não dura o dia inteiro." O ideal é aplicar nas mechas, próximo a raiz e secar os fios com a cabeça para baixo. Mas cuidado com os exageros: quanto mais produtos nos fios, mais pesados eles ficarão, consequentemente com menos volume.  
pomada em pó - Foto: Getty Images

Aplique pomadas em pó

Uma opção para dar aos cabelos um volume extra é a pomada em pó, que ajuda a reduzir a oleosidade da raiz, deixando os fios com mais volume - mas, assim como os sprays, as pomadas não deixam o cabelo com volume por muito tempo. "Ela deve ser aplicada na raiz dos cabelos após a escova", diz Patrícia. "Não se esqueça de dar uma balançada no cabelo com os dedos depois de aplicar a pomada, para que ela se espalhe pela raiz e dê volume." 
pente de madeira - Foto: Getty Images

Tipo de escova

Prefira sempre usar escovas com cerdas naturais e pentes de madeira, que separam mechas maiores de cabelo, ajudando a manter o volume. Lembre-se que a escova é dispensável ao usar o secador, mas você pode usá-la, desde que não tracione muito o cabelo. 
mulher com um coque no cabelo - Foto: Getty Images

Faça um coque com o cabelo úmido

Depois de retirar a umidade do cabelo com uma toalha, você pode fazer um coque com grampos no alto da cabeça. "Ao soltá-lo, os fios já estarão com um volume natural e as pontas onduladas", afirma a hair stylist Patrícia. O mesmo truque pode ser usado com ajuda do secador: faça o coque e, em vez de deixa-lo secando naturalmente, acelere o processo com o secador. De acordo com a especialista, o efeito é o mesmo.  
Tesoura e pente- Foto: Getty Images

Manutenção do corte

Alguns cuidados também devem ser tomados na hora de cortar um cabelo muito fino. "Nunca deixe muito longo, porque ele vai ficar pesado e com menos volume ainda, o corte na altura dos ombros é o ideal", diz o hair stylist Jonas. "Prefira cabelos repicados em vez de desfiados."  





































Não custa nada repetir: o verão está chegando e está na hora de se livrar daqueles quilinhos a mais. Para isso, nada melhor do que praticar exercícios aeróbicos (além de controlar um pouco a alimentação, é claro).
Como estou nessa fase (já que preciso perder os 2 quilos que andei ganhando por ai nas minhas ultimas viagens) achei bacana dar algumas dicas….
Para quem não sabe, os exercícios aeróbicos utilizam a gordura como combustível energético, mas para conseguir esse efeito é preciso suar a camisa por mais de 30 minutos, que é o tempo para desencadear o processo de metabolização da gordura.      
Ao mesmo tempo, é preciso ter calma: não adianta querer recuperar o tempo perdido de um dia para o outro. Então vamos respeitar os nossos limites e aumentar a intensidade do exercício aos poucos, ok?
 De qualquer maneira,  já estaremos fortalecendo o coração, o que é uma enorme vantagem, não é mesmo?!
Alguns de seus principais benefícios dos exercícios aeróbicos são: 
•    Queima de gordura;
•    Redução do estresse, depressão e ansiedade;
•    Melhora do humor e do sono;
•    Melhora do sistema imunológico.
Uma boa dica para ativar o metabolismo e o corpo é aquela máxima de recusar certas comodidades, como:
O controle remoto, vidro elétrico, escada rolante…..o elevador. Parece besteira, mas muitas pessoas já perderam peso fazendo escada que queima muitas calorias apenas subindo os degraus da escada que levam ao próprio apartamento.
 Alongar antes e depois dos treinos não pode ser esquecido. Confesso que sempre esquecia (já que vivo correndo), mas esse ano me comprometi e tenho feito religiosamente.
Portanto antes do treino faço 4 exercícios rapidinhos e super eficientes. São eles:

  • Em pé ou sentada, mantenha uma postura correta, com as costas perfeitamente alinhadas. Cruze os dedos das mãos acima da cabeça, com as palmas viradas para cima e estique os braços até ao limite;
  • De pé, com os joelhos ligeiramente fletidos, coloque um dos braços atrás da cabeça. Segure o cotovelo fletido com a outra mão, puxando delicadamente e inclinando o tronco para o mesmo lado, até se sentir totalmente alongada. Repita com o outro lado;
  • Alinhe os pés com os joelhos e quadril, enquanto respira profundamente e abaixa o tronco em direção aos joelhos;
  • Mexa suavemente o pescoço de um lado para o outro, a ideia é soltar a cabeça para liberar as tensões;

E após o treino faço mais 3 que não demoram e  resolvem super bem:
  • Em pé, apoie um dos braços numa parede . Vire o tronco para o lado oposto, olhando para o lado contrário a mão. Neste exercício você alonga o braço, o peito e o pescoço;
  •  Deitada. Puxe uma das pernas, flexionando-a. Leve a cabeça em direção ao joelho flexionado. Assim você alonga a região lombar, glúteos e a coluna;
  • Sentada, mantenha uma perna estendida e a outra flexionada. Com o braço contrário a perna que está flexionada, faça uma rotação do tronco olhando para trás e alongando a coluna e quadril.


Algumas Dicas :

  • Se você for principiante, fique com os exercícios suaves até recuperar a amplitude dos movimentos;
  • Não estranhe se sentir desconforto nas primeiras tentativas. São os músculos encurtados reclamando;
  • Nos exercícios em pé, cuidado para não hiperestender os joelhos, o que pode comprometer as articulações. Mantenha-os perpendiculares ao chão, com o quadril encaixado e as pernas afastadas no alinhamento dos ombros;
  • Alongamento é como escovar os dentes: não se pode deixar para lá! Ele prepara os músculos para a atividade, evitando lesões, e mantém cada feixe alongado depois do esforço;
  • Para manter a flexibilidade, não deixe de se alongar depois do treino! Estudos demonstram que o alongamento antes do treino de musculação não é indicado, pois relaxa os tendões, dificultando sua contração. Conclusão? Os músculos respondem com menos eficiência aos estímulos;
  • Se você sentir muita dor, para imediatamente. Aprenda a distinguir a sensação de estiramento (comum para quem está enferrujado) da dor. Assim que a resistência muscular aparecer, respire fundo, expire forte e relaxe. Seus músculos vão relaxar e alongar com mais facilidade. Nunca balance o corpo para forçar o alongamento;
  • Na hora de alongar, não esqueça: inspire por 3 segundos durante a preparação do movimento e expire por 6 segundos durante a execução.